Associação Brasileira das Pequenas e Médias Cooperativas e Empresas de Laticínios

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Webinar - Portaria n° 241.

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 Webinar - Portaria n° 241
 
O Webinar será uma ferramenta para debate sobre a proposta de Instrução Normativa que estabelece normas de destinação do leite e derivados frente aos desvios detectados em matérias-primas e produtos.  Resultará em propostas que serão envadas à Consulta Pública -  Portaria n° 241, de 28 de dezembro de  2019.
 
Moderador: Amado Jesus - CEMIL
 
Associados ao G100 - R$ 100,00 (primeiras 50 vagas grátis)
Não associados - R$ 200,00
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Artigo Nº 3

 

TRATAMENTO DA ÁGUA

              

               O tratamento da água consiste em melhorar suas características organolépticas (propriedade das substâncias impressionarem os sentidos), físicas, químicas e bacteriológicas, a fim de que se torne adequada ao consumo.

               Dentre as águas disponíveis na natureza, as de superfície são as que mais necessitam de tratamento, porque se apresentam com qualidades físicas e bacteriológicas impróprias. Somente as águas de nascente que, com uma simples proteção das cabeceiras, podem ser consumidas, algumas vezes, sem perigo.

               Toda água de superfície, seja ela de rio, lagos naturais ou artificiais, têm suas qualidades variando ao longo do tempo, de acordo com a época do ano e o regime de chuva. Todo método de tratamento para uma água tem sua eficiência limitada, pois cada método assegura um percentual de redução da poluição existente. O grau da poluição pode, portanto, tornar insatisfatório um determinado tipo de tratamento.

TRATAMENTO DOMICILIARES OU EM PEQUENAS COMUNIDADES

Os métodos gerais de tratamento nestas situações são:

  • Fervura (soluções individuais);
  • Sedimentação simples;
  • Filtração lenta e domiciliar;
  • .Desinfecção.

FERVURA

É o método mais seguro de tratamento para água de beber, em áreas desprovidas de outros recursos. Ferver a água para beber é um hábito que se deve incutir na população para ser adotado quando sua qualidade não merecer confiança e em épocas de surtos epidêmicos ou de emergência.

A água fervida perde o ar dissolvido e, em conseqüência, torna-se de sabor desagradável. Para fazer desaparecer esse sabor, é necessário arejar a água. Torna-se necessário, portanto, arejá-la para que melhore a qualidade.

Essa aeração pode ser obtida, provocando a passagem da água de uma vasilha par outra, como se estivéssemos resfriando a água, recebendo o oxigênio quando em contato com o ar.

SEDIMENTAÇÃO SIMPLES

Como sabemos, a água tem grande poder de dissolver e de carregar sujeiras. Este poder aumenta ou diminui com a velocidade da água em movimento. Portanto, ao se diminuir a velocidade da água, consegue-se diminuir o seu poder de carregar sujeiras, diminuindo-se o "baldeamento", pois a parte barrenta vai para o fundo.

Primeiro cai no fundo a sujeira mais pesada e, à medida que diminui a velocidade de escoamento, a mais leve, também, "assenta-se" no fundo. As partículas sólidas que se depositam, arrastam consigo parte dos microorganismos presentes na água,

melhorando a sua qualidade. Logo quanto mais a água permanecer em repouso melhor a qualidade desta água.

FILTRAÇÃO

A filtração consiste em um processo de tratamento no qual se faz passar água por um meio poroso (em geral areia) para tirar alguns tipos de impurezas. Os filtros de areia são dispositivos onde se faz passar a água por uma camada de areia que retém a sujeira e as bactérias. Pode-se afirmar que a filtração domiciliar constitui um hábito cultural dos brasileiros.

É controvertida, no entanto, a necessidade de uso desses dispositivos. A seu favor argumenta-se que constitui a última barreira sanitária capaz de reter eventuais partículas, até mesmo microrganismos presentes na água. Há, porém, argumentos contrários a sua utilização como tratamento único, como:

  • Baixa eficiência e irregularidade na remoção da turbidez e de patogênicos;
  • Formação de uma película biológica, em torno do elemento filtrante, na qual pode ocorrer o desenvolvimento de patogênicos oportunistas;
  • Nos países desenvolvidos, não é empregada a filtração domiciliar, uma vez que é inteiramente confiável a qualidade da água do sistema público, embora ali também não sejam empregados reservatórios domiciliares.

É claro que em locais onde ocorre a distribuição de água bruta, de qualidade físico - química e bacteriológica comprometida, destinar exclusivamente ao filtro domiciliar a função de condicionar a água é incorreto. Porém, quando a turbidez (água barrenta) não é excessivamente elevada a ponto de entupir o filtro com muita freqüência, a combinação filtro-desinfecção domiciliar pode resultar em uma água com razoáveis condições de consumo.

Por outro lado, se a água distribuída pelo sistema público é enquadrada nos padrões de potabilidade, os filtros domiciliares podem exercer papel de barreira contra eventuais recontaminações nas instalações prediais, sobretudo nos reservatórios.

É oportuno lembrar que, como nos filtros lentos, os filtros domiciliares - de vela, areia ou outro material filtrante - desenvolvem um poder bactericida, através de um tratamento realizado pela camada biológica existente, que pode ser removida após a operação de limpeza.

FILTRO DE VELA

Os de vela são os filtros caseiros mais tradicionais. Uma operação importante neste tipo de filtro é a limpeza. Nunca se deve empregar material abrasivo neste processo. É muito comum o emprego de sal, açúcar, bucha metálica, areia fina, etc, porém esta prática não é recomendável, pois estes materiais corroem a superfície da vela aumentando sua permeabilidade, mas ao mesmo tempo comprometendo sua eficiência.

Filtro de areia

O filtro de areia tem um funcionamento semelhante ao dos filtros lentos das estações de tratamento de água. De forma similar, a limpeza deste tipo de filtro deve ser realizada através de raspagem de aproximadamente um centímetro da sua camada superficial da areia, quando o filtro começar a perder sua capacidade de filtração, ou seja, quando começar a "entupir".

Após dez limpezas, o leito filtrante deve ter sua espessura original reconstituída, ou seja, a camada de areia deve ser completada novamente para 25 centímetros.

É usual uma camada de carvão vegetal, moído e sem pó, na parte inferior do filtro, objetivando a adsorção de compostos responsáveis pela presença de sabor ou odor.

Se os filtros ditos aqui de caseiros não forem tratados cuidadosamente sua eficiência é limitada. Há registros de casos em que a água filtrada tinha um maior teor de bactérias que a não filtrada.

Mesmo bem operados, não é recomendada a utilização destas unidades sem que a água seja fervida ou desinfetada após a filtração.

DESINFECÇÃO

Desinfetar uma água significa eliminar os organismos patogênicos nela presentes. A desinfecção domiciliar é necessária quando se recebe água de um sistema coletivo sem tratamento. Tecnicamente aplica-se a simples desinfecção como meio de tratamento para águas que apresentam boas características físicas e químicas a fim de garantir o aspecto bacteriológico.

Os principais agentes desinfetantes empregados são o cloro (com mais freqüência o hipoclorito de sódio) e o iodo. O desinfetante mais empregado é o cloro, simbolizado por Cl2. A escolha deste elemento como desinfetante, se deve aos seguintes argumentos:

  • Realmente age sobre as bactérias presentes na água;
  • É econômico;
  • Não altera outras qualidades da água, depois de aplicado;
  • É de aplicação relativamente fácil;
  • Sua ação contínua mesmo depois de aplicado, isto deixa sempre um      residual;
  • É tolerado por uma grande maioria da população.

A aplicação do cloro em pequenas quantidades de água como no caso de áreas rurais faz através de seus compostos sob a forma líquida, provenientes de diversos produtos que libertam o cloro quando misturados na água.

Desinfetantes

a) Os agentes de desinfetantes mais usualmente utilizados são os compostos de cloro:

  • Hipoclorito de cálcio (cerca de 70% Cl2);
  • Cloreto de cal (cerca de 30% Cl2);
  • Hipoclorito de sódio (cerca de 10% Cl2);
  • Água sanitária (cerca de 5% de Cl2).

b) Quantidade de desinfetante a usar:

  • Solução a 50 mg/l de Cl2 com tempo de contato de 12      horas;
  • Solução a 100 mg/l de Cl2 com tempo de contato de 4      horas;
  • Solução a 200 mg/l de Cl2 com tempo de contato de 2      horas.

Por exemplo, se precisarmos utilizar a água três (03) horas após a desinfecção do poço, então devemos empregar 200mg/l de Cl2(tempo para desinfecção e esgotamento).

Técnica de Desinfecção O cálculo do desinfetante é feito de acordo com o produto, o tempo de contato é o volume (cubagem) do poço ou reservatório.

Exemplo: Desejamos calcular a quantidade de cloro necessária para tratar 2.000 litros de água, com 12 horas de contato.

a) quantidade de cloro: Sabemos que:

- 1 litro de água precisa de .............. 50mg de Cl2

- 2.000 litros de água precisam de ...... X de Cl2

Donde: X = (2.000 x 50)/1 = 100.000mg = 100gramas

Já vimos que a quantidade "X" de cloro encontra-se em diferentes proporções nos produtos.

                b) quantidade do produto: O produto que dispomos para fazer o tratamento do poço é o Cloreto de Cal, logo:

100 mg de cloreto de cal                           30 mg de Cl2

y mg de cloreto (?)                           100.000 mg de Cl2

Logo:         y = (100 x 100.000)/30 = 333,33 g de Cloro.

Agitar o máximo possível e deixar a solução permanecer em contato com o poço o tempo necessário, de acordo com a dosagem, no nosso caso = 12 horas. Findo o prazo, esgotar o poço até que nenhum cheiro ou gosto de cloro seja percebido na água. Se possível, confirmar o resultado da desinfecção através de um exame bacteriológico, antes de usar a água para bebida.

Desinfecção em vasilhames

a) Com Iodo

Material:

  • Solução de iodo 8%;
  • hipossulfito de sódio a 15%;
  • .dois frascos com conta-gotas de cor âmbar;
  • .um garrafão de 20 litros com rolha de      borracha ou cortiça.

Procedimento:

  1. Coloca-se 20 gotas de solução de iodo no      garrafão com água;
  2. Após uma hora de repouso adiciona-se 20 gotas da      solução de hipossulfito e deixa-se em repouso por mais uma hora;
  3. Repete-se a operação até que a água fique      amarelada, indicativo de iodo residual.

b) Com cloro

Material:

  • 01 garrafão de 20 litros com rolha de borracha ou cortiça;
  • 01 vasilhame de 300 mL (uma meia garrafa!);
  • 01 frasco de pó desinfetante;
  • 01 colher das de sopa;
  • 01 colherinha das de café.

Procedimento:

  • Coloca-se pó desinfetante na meia garrafa na      seguinte proporção:
                    Teor      de cloro de 30% Þ duas colherinhas;
                    Teor de cloro de 50% Þ      uma colherinha;
  • Enche-se a meia garrafa de água, agita-se por      3 minutos e deixa-se em repouso por 1 hora;
  • Sem agitação enche-se a colher das de sopa com      a água da meia garrafa e coloca-se no garrafão, enchendo-o a seguir com a      água a desinfetar;
  • Consumir a partir de meia horas após.

Observações:

  1. No caso de um pote de duas latas de água, despejar a primeira lata      de água, colocar duas colheres da solução clorada e despejar a segunda      lata de água.
  2. No caso de verduras colocar uma colher das de sopa para cada cinco      litros de água e deixar de molho por, pelo menos, meia hora.

ATENÇÃO! A validade da solução clorada é de três dias!

Desinfecção da água do filtro (Orientação prática para a dosagem de água sanitária, adotada pela COPASA-MG em seu programa de saneamento rural):

  1. Colocar na bilha (quartinha) toda a água que se possa retirar do      filtro pela torneirinha, sem precisar colocá-lo inclinado;
  2. Colocar na parte de baixo do filtro três (03) gotas de água      sanitária para cada litro de água que você colocar na parte de cima do      filtro;
  3. Durante a noite, use apenas a água da quartinha;
  4. Pela manhã, você já pode usar a água do filtro normalmente.

Instruções para limpeza de uma caixa d'água

  1. Feche o      registro impedindo que entre água na caixa d'água;
  2. Esvazie a      caixa d'água abrindo todas as torneiras da casa;
  3. Quando a      caixa estiver quase vazia, tampe as saídas para que a água suja que restou      seja usada na limpeza e para que a sujeira não desça pelo cano. Esfregue      as paredes e o fundo da caixa;
  4. Use somente panos e escova para a limpeza (nunca use sabão, detergente ou outros produtos de limpeza);
  5. Retire a água e o material que restaram da limpeza usando pá, balde      e panos, deixando a caixa totalmente limpa;
  6. Deixe entrar água na caixa até encher, colocando um litro de água      sanitária para cada mil litros de água;
  7. Não use de forma alguma esta água nas duas horas seguintes;
  8. Passadas estas duas horas feche o registro ou a bóia de entrada      para não entrar água na caixa;
  9. Esvazie a caixa pelas torneiras usando esta água para limpar e      desinfetar os canos;
  10. Tampe a caixa para que não entre pequenos animais e poeira;
  11. Anote do lado de fora a data da limpeza;
  12. Finalmente abra a entrada de água. Esta água já pode ser usada

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS BÁSICAS PARA SOLUÇÕES DE LIMPEZA E DE SANITIZAÇÃO

- FORMULAÇÕES PARA DETERGENTES E DESINFETANTES

Essas substâncias não são difíceis de preparar, mas sua indicação correta sempre precisa ser feita ou avaliada por um técnico especializado.

Na área de laticínios, os técnicos ou tecnólogos de laticínios, os bacharéis em Química e os técnicos em Química Industrial são geralmente habilitados ao preparo de formulações adequadas para a limpeza de equipamentos em geral, inclusive tanques de refrigeração de leite por expansão direta.

É muito importante consultar um técnico para elaborar ou avaliar uma fórmula adequada
a cada caso, pois, muitas vezes, e para ficar num só exemplo, a ocorrência natural de “água
dura” em determinada localidade pode prejudicar um bom detergente formulado para uso com
“água branda”.

Além disso, e entre outras vantagens, o técnico tem como selecionar ingredientes de boa qualidade ou com certificado de garantia, e pode preparar a formulação desejada ou adequada sem risco de acidentes na manipulação dos seus ingredientes.

Assim, as formulações apresentadas a seguir constituem linhas gerais de aplicação em material de aço inoxidável, podendo ou devendo ser alteradas na sua concentração, se for o caso, de forma a atender a contento os objetivos para os quais serão usadas.

1. DETERGENTE NEUTRO:

INGREDIENTES                                                               CONCENTRAÇÃO

 Trifosfato de sódio (Na3PO4..12H2O)                                       0,10%

 Pirofosfato de sódio (fosfato tetra-sódico ou Quadrafós)         0,10%

 Amida 60 (tenso-ativo não iônico                                             0,10%

 Sulfonato de alquil-aril (cadeia linear)                                     0,10

Ajustar o pH para 6,5 - 7,0 usando soda em solução ou ácido sulfônico (ou cítrico). Preparo de 10 litros de detergente neutro:

Usar Equipamento de Proteção Individual (EPI) como óculos, luvas e máscara;

• Transferir 3 a 5 litros de água limpa para balde ou similar, contendo indicação de
volume de 10 litros;

Adicionar, sob cuidadosa agitação após cada adição, 10 gramas de rifosfato de sódio, 10 gramas de pirofosfato de sódio, 10 gramas ou (10 mililitros) de Sulfonato de alquil e
aril e 100 mililitros de amida 60;

Acrescentar água sob agitação lenta e uniforme com um bastão limpo,até atingir a
marca de 10 litros. Continuar a agitação até a dissolução completa de todos os ingredientes;

Transferir o volume final para frascos plásticos de uso diário de 1,0 litro ou de 2,0 litros, usando um funil.

Estocar o produto bem fechado com tampa de rosca, em local ventilado, protegido da luz solar e fora do alcance de crianças e de animais.


Modo de Usar:

  • Usando Equipamento de Proteção Individual (EPI) como referido acima, transferir para uma esponja ou escova de espuma uma determinada quantidade do produto, aplicando-a em movimentos circulares sobre toda a superfície do equipamento, retirando restos do material antes estocado ou partículas estranhas retidas na sua superfície;
  • Enxaguar abundantemente o equipamento, de maneira a não deixar resíduos
    de detergente na sua superfície. A permanência de resíduos de detergentes pode
    alterar a eficácia das posteriores etapas de limpeza, como a esterilização química.
    • Nunca use palhas de aço para aplicar produtos de limpeza em equipamentos de aço inoxidável.
  1. DETERGENTE ALCALINO:

Ingrediente

Porcentagem do Ingrediente

Peso em gramas, para o preparo de 1,0 litro de   detergente. Peso em gramas, para o preparo de 10,0 litros de   detergente.

Soda Cáustica

(NaOH escamas / pérolas)

0,25%

2,5 gramas

25,0 gramas

Carbonato de Sódio (Na2CO3)

0,25%;

2,5 gramas

25,0 gramas

Metasilicato de Sódio (NaSiO3)

0,25%;

2,5 gramas

25,0 gramas

Fosfato trissódico (Na3PO4 .12 H2O)

0,10%

1,0 grama

10,0 gramas

Fosfato trissódico (Na3PO4 .12 H2O)

0,10%

1,0 grama

10,0 gramas

Tripolifosfato de sódio (Na5P3O10)

0,10%

1,0 grama

10,0 gramas

Sulfonato de alquil-aril (cadeia linear)

0,10%

1,0 grama

10,0 gramas

Modo de preparo e modo de usar: da forma indicada para detergente neutro.

3. DETERGENTE ÁCIDO I:

INGREDIENTES CONCENTRAÇÃO
      
  • Ácido fosfórico (H3PO4) ou cítrico,        fórmico, tartárico, hidroxiacético, glucônico, etc

0,25%

      
  • Amida 60 (tenso-ativo não iônico)

0,10%

      
  • Inibidor de corrosão (bases nitrogenadas heterocíclicas ou        ariltiouréias como 9–fenil acridina, 2-naftoquinolina ou outros)
Uso de acordo com a indicação   do fabricante

Modo de preparo e modo de usar: da forma indicada para detergente neutro.

4. DETERGENTE ÁCIDO II (particularmente indicado para aço inoxidável):

INGREDIENTES CONCENTRAÇÃO
      
  • Ácido nítrico

0,02% a 0,5%

      
  • Amida 60 (tenso-ativo não iônico)

0,10%

      
  • Inibidor de corrosão (bases nitrogenadas heterocíclicas ou        ariltiouréias como 9–fenil acridina, 2-naftoquinolina ou outros)
Uso de acordo com indicação do   fabricante

Modo de preparo e modo de usar: da forma indicada para detergente neutro.

4. DESINFETANTE:

HIPOCLORITO DE SÓDIO: MAIS USADO.

- Fórmula: NaOCl (Solução comercial com 2% a 15% de cloro disponível)

CONCENTRAÇÃO (%) DE CLORO ATIVO EM SOLUÇÃO DE HIPOCLORITO DE SÓDIO

COMERCIAL

Preparo de

solução com 100 ppm de cloro ativo

Litros necessários no trabalho

4%

5%

6%

7%

8%

9%

10%

11%

12%

13%

%14

15%

VOLUMES NECESSÁRIOS DA SOLUÇÃO COMERCIAL (EM MILILITROS!)

10 litros 25,0 20,0 16,6 14,3 12,5 11,1 10,0 9,1 8,3 7,7 7,1 6,7
20 litros 50,0 40,0 33,3 28,6 25,0 22,2 20,0 18,2 16,6 15,4 14,2 13,4
30 litros 75,0 60,0 50,0 42,8 37,5 33,3 20,0 27,3 25,0 23,1 21,4 20,0
40 litros 100,0 80,0 66,6 57,1 50,0 44,4 40,0 36,4 33,3 30,7 28,6 26,7
50 litros 125,0 100,0 83,3 71,4 62,5 55,5 50,0 45,4 41,6 38,5 35,7 33,3
100 litros 250,0 200,0 166,6 142,8 125,0 111,1 100,0 90,9 83,3 77,0 71,4 66,6
200 litros 500,0 400,0 333,3 285,7 250,0 222,2 200,0 181,8 166,6 153,8 142,8 133,3

A solução de 100 ppm deve ser estocada em recipiente de plástico rígido perfeitamente limpo previamente e permanecer sempre fechado (tampa com rosca é preferível).

-Usos: Desinfecção GERAL.

(Elaboração e Pesquisa: G-100 e Terra Viva Consultoria)

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Boas Festas !

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